Bandeira Protestante
Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR
Última atualização em 21/05/2021
Se preferir, assista o vídeo.

Olá pessoal, neste artigo vamos conversar sobre a promessa existente no Salmos 33, versículo 12. O salmista começa esse versículo dizendo assim: Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR. Algumas versões da Bíblia usam a palavra FELIZ no lugar da expressão BEM-AVENTURADA.

No Salmos 144, versículo 15, o salmista termina o versículo com essa mesma frase. ?...Bem-aventurado é o povo cujo Deus é o SENHOR.?

Esses versículos, já são bem conhecidos por todos. Mas agora eu pergunto, o Brasil é uma nação bem-aventurada?... Nós somos efetivamente um povo feliz?... Nós somos desenvolvidos tecnologicamente como é de se esperar de um povo bem-aventurado, ou seja, de um povo BEM-SUCEDIDO naquilo que faz?

Olhe nas nossas ruas e conte quantas marcas de automóveis NACIONAIS o Brasil produz,... nenhuma. Todas são estrangeiras.

Olhe os seus eletrônicos, quantos deles são de marcas nacionais? Olhe a quantidade de favelas existentes no Brasil, onde a miséria e a violência possuem os mais altos níveis do mundo. É verdade que existem alguns bairros no Brasil com altos índice de desenvolvimento e prosperidade, mas é uma minoria.

Um povo bem-aventurado, é um povo livre, próspero, socialmente pacífico e com alto domínio tecnológico. Infelizmente, não é esse o caso brasileiro. A pergunta que devemos fazer é, POR QUE não somos bem-aventurados como gostaríamos de ser? Onde está a nossa falha?

Para descobrir isso, proponho um teste teórico. Imagine a seguinte cena: Em um ônibus cheio, repentinamente alguém começa a dar tiros para o alto. Como as pessoas reagirão?...
Infelizmente, A maioria das pessoas vai gritar "Minha nossa senhora!" e apenas uns poucos vão gritar "Meu Deus", "Meu Senhor!".

É nos momentos de susto, de medo e de dificuldade, que as pessoas invocam os seus verdadeiros deuses, ou seja, invocam aquelas divindades que elas supõem que poderão realmente ajudá-las.

A conclusão desse experimento é bem simples. O deus, da maioria dos brasileiros, não é o SENHOR criador dos Céus e da Terra. É uma estatueta encontrada no rio Paraíba em 1717. A estatueta, mais famosa do Brasil, foi encontrada por pescadores e batizada de Nossa Senhora Aparecida. Depois, foi elevada ao status de Padroeira do Brasil.

Infelizmente, essa é a nossa realidade espiritual. Uma realidade similar a dos povos mais subdesenvolvidos do mundo. Por outro lado, os povos mais desenvolvidos do planeta, não clamam por Nossa Senhora. Eles clamam, e entregam suas necessidades, diretamente ao PAI assim como Jesus Cristo ordenou na oração do Pai Nosso.

Os povos de maioria protestante, HÁ MUITO TEMPO, dedicaram e consagraram seus territórios ao SENHOR criador dos Céus e da Terra, e não a santinhos encontrado em riacho. Foi isso que fizeram os islandeses, os ingleses, os americanos, os finlandeses, os dinamarqueses, os holandeses, os suecos, os alemães, os neozelandeses, os australianos e outros. Por isso, são bem-aventurados.

Eles clamam diretamente ao Senhor sempre que necessitam. Se você pesquisar quais são os povos com menor taxa de corrupção, de miséria e de violência, você vai ver que a grande maioria são povos que consagraram seus países ao SENHOR, e não a santos diversos.

É uma pena que os portugueses obrigaram os nossos ancestrais a cultuarem dezenas de santos, ao invés de cultuarem somente ao SENHOR. Mas a gente ainda pode mudar essa realidade. Os brasileiros, que ainda cultuam santos, não fazem isso por escolha própria. Eles fazem isso porque os nossos colonizadores incutiram essas práticas na nossa cultura e obrigaram todo o povo a segui-la.

Acredito que nós podemos e devemos trabalhar para mudar essa realidade. Mas precisamos tratar essa questão com muito respeito, porque não existe má-fé por parte das pessoas que cultuam santos. Elas são apenas pessoas obedientes aos seus pais, aos seus avós e ao Estado. Elas ainda não perceberam o equívoco que os portugueses cometeram ao nos obrigarem a praticar estas coisas.

Ao nos aproximarmos de uma pessoa que ainda cultua santos, devemos tratá-la com respeito e amor, conforme Jesus ordenou que fizéssemos ao exortar alguém. Vamos ajudá-la a compreender a verdade, mas sem agredi-la verbalmente e sem desmerecê-la, porque ela é um ser humano exatamente como nós, e que foi apenas enganado. Praticar o amor ao próximo, ajudando-o mansamente naquilo que ele precisa, é uma ferramenta poderosíssima que transforma nações inteiras.

O dia, que a maioria dos brasileiros, quando levar um susto repentino, gritar: Meu Deus! Meu Senhor! Jesus! Nesse dia, o Pai que está no Céu, fará grandes coisas pelo Brasil, e nós nos tornaremos uma nação bem-aventurada.

Quando você tiver chance de instruir corretamente uma pessoa que cultua santos, faça-o com amor e compreensão, como quem quer realmente ajudar, e não apenas, criticar.

Seria muito bom para o Brasil, se conseguíssemos fazer uma reforma protestante na igreja católica brasileira, libertando-a definitivamente, do Vaticano e da sua cultura romana. Tenho fé, que um dia ainda diremos: Bem-aventurado é o Brasil, porque o nosso padroeiro, é o SENHOR, e não, uma estátua.

Que a Paz do nosso Senhor Jesus Cristo, esteja sempre conosco.

Valvim Dutra - Autor do Livro Renasce Brasil


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