Bandeira Brasil Protestante
A padroeira do Brasil e a reforma protestante brasileira
Última atualização em 18/03/2020

A reforma mais importante, que o Brasil precisa fazer para se tornar uma grande nação, é reformar a conduta e as atitudes do próprio povo. E, pra isso, temos que começar reformando a Igreja Católica do Brasil.

Conforme eu disse no vídeo 3, é a religião de uma nação que estimula a população a ser acomodada, pedinte e pobre, ou estimula a população a ser super-esforçada, justa e próspera.

O Cristianismo Protestante, além de aproximar as pessoas de Deus, ele convoca os fiéis a serem trabalhadores assíduos e empreendedores prósperos. Já o Catolicismo Romano, além de enobrecer a pobreza, usando como exemplo a vida dos próprios padres, ele estimula os fiéis a serem eternos pedintes tanto a santos quanto a políticos. Com isso, diferentemente dos povos protestantes, os povos católicos tornam-se menos motivados a gerar soluções inovadoras, por si mesmos, conformando-se com a ineficiência do país e com os bolsões de pobreza.

Sinceramente, eu considero um absurdo, nós, brasileiros, com mais de 200 milhões de habitantes, não termos uma única marca de automóvel. Os automóveis que circulam nas nossas ruas, são todos estrangeiros. São marcas americanas, alemãs, coreanas, japonesas, inglesas, chinesas, italianas, etc. Nós também não temos uma única marca de celular, ou de equipamentos eletrônicos de boa qualidade. Todos, são estrangeiros.

Será que o povo brasileiro tem um QI inferior aos povos do Primeiro Mundo?? Ou será que a nossa submissão, à dezenas de santos, cria em nós um sentimento de inferioridade espiritual diminuindo nossa autoestima pessoal e inibindo nossa capacidade criativa?

Observando as diferentes culturas ao redor do mundo, a gente nota que os povos que se submetem a dezenas de divindades, ou santos, acostumam-se a andar de cabeça baixa e, consequentemente, tomam poucas iniciativas pra mudar suas realidades. Já os povos protestantes, estão o tempo todo inventando coisas úteis pra facilitar a vida de seus cidadãos e torná-los mais felizes.

A baixa taxa de desenvolvimento científico e tecnológico, da nação brasileira é, em parte, resultado da submissão aos santos ensinada pela nossa igreja católica. Quando as pessoas têm centenas de santos e divindades para pedir o que desejam, elas preferem repetir os pedidos centenas de vezes do que tentar alcançar o que desejam por seus próprios meios. Esse tipo de comportamento produz povos sem iniciativa própria e adeptos de utopias sociais, do tipo beneficentes e paternalistas, que infelizmente retardam o desenvolvimento das suas nações.

Veja o quão insensato e improdutivo é ensinar uma nação inteira a se subordinar a uma estatueta encontrada em um rio, só porque lhe foi dado o nome de Nossa Senhora Aparecida.

Como pode, uma estátua quebrada, lançada em um rio em 1717 por um mercador de imagens, ou um padre, ou um escravo africano portando relíquias de sua terra natal, ser alçada ao status de padroeira de uma nação com mais de 200 milhões de habitantes. Na minha opinião, isso é uma atitude típica de países politeístas e alimenta o subdesenvolvimento de forma contínua e permanente.

Quanto mais santos nós tivermos pra venerar, adorar, etc, menos disposição e menos tempo teremos para nos dedicar a soluções realistas e alcançáveis.

A maioria das pessoas, que foram educadas pelo catolicismo romano, também foram ensinadas a se justificarem dizendo: eu venero os santos, mas adoro somente a Deus. No entanto, não é isso que se percebe nos momentos de perigo ou quando essas pessoas levam um susto. Nos países protestantes, quando uma pessoa leva um susto, ou se vê em perigo, ela grita: "meu Deus!" ou "Jesus!". Já aqui no Brasil, as pessoas gritam: "Nossa Senhora!", "Virgem Maria!", etc. Uma evidência clara de que, em seus subconscientes, elas confiam, de verdade, é nos santos.

Portanto, a veneração aos santos, além de atrapalhar o desenvolvimento humano ao inibir iniciativas pessoais, ela também NÃO ajuda a aproximar os fiéis de Deus. Muito pelo contrário, ela afasta os fiéis de Deus ao fragmentar a fé das pessoas e direcioná-la para diversos santos, tidos como intermediadores e facilitadores de milagres.

Por isso, e somente por isso, estou pedindo ao clero católico que se desvincule do Vaticano e abandone as tradições romanas. O Brasil precisa de uma igreja do estado, nos moldes das igrejas protestantes dos países do Primeiro Mundo, visando, inclusive, revigorar os valores e princípios cristãos na nossa sociedade.

Para o bem da nação brasileira, vamos transformar o Brasil em um país cristão de verdade, ou seja, sem as tradições romanas infiltradas na igreja católica desde o século IV. Vamos reformar a nossa igreja, nos moldes da Igreja da Inglaterra, Igreja da Noruega, Igreja da Suécia, Igreja da Dinamarca, Igreja da Finlândia etc.

A partir do momento em que o povo orar diretamente a Deus, tendo a Bíblia como o referencial de fé e não as tradições romanas, o povo vai se familiarizar mais com o princípio de justiça tornando-se, mais exigente, mais ativo e menos complacente com as impunidades brasileiras. O resultado natural desse novo comportamento será o surgimento de uma classe política melhor selecionada e um país na rota do desenvolvimento real e da independência tecnológica.

Enquanto a Igreja continuar valorizando a pobreza católica, só porque Jesus e Paulo eram pobres, dificilmente o Brasil conseguirá extinguir a miséria, a subnutrição, a mortalidade infantil, a violência juvenil e as enfermidades, em larga escala, existentes principalmente entre os sem-teto, sem-terra, sem-emprego e periferias não urbanizadas conhecidas como favelas. Cultuar a caridade e a pobreza, só porque Jesus não tinha onde recostar a cabeça, é condenar toda essa gente a uma vida de desprazeres e sofrimentos desnecessários. Jesus Cristo tinha um grande motivo para viver como pobre, ele queria mostrar ao mundo que ninguém precisa ser rico para fazer uma grande obra, ou para herdar a vida eterna. Entretanto, não é por isso que ele quer que seus súditos vivam na miséria, como ocorre em várias partes do Brasil e do mundo.

Por isso, eu peço aos padres, bispos, arcebispos e cardeais brasileiros: Vamos abandonar o culto a santos e transformar a igreja do Brasil em uma igreja realmente do Brasil, e não mais, do Vaticano. Se a medicina, as ciências, a tecnologia e as condições financeiras em geral, se desenvolveram grandemente após a reforma protestante na Europa, é de se esperar que se fizermos uma reforma protestante no Brasil, nossa medicina, nossas ciências, nossa tecnologia e nossas condições financeiras, também prosperarão trazendo paz social e conforto pra toda a sociedade.

Nesses momentos de crises, o Brasil precisa de novos heróis para revigorar a esperança do povo.

Padres, bispos, arcebispos e cardeais brasileiros, sejam os senhores os heróis da independência cristã brasileira. Fortaleçam o cristianismo genuíno no Brasil e nos libertem do paganismo romano que mantém o país semi-amarrado desde a sua fundação. Eu peço aos senhores, por favor, consertem o nosso país reformando nossa Igreja.

Assista o vídeo 5 em: Reformando o Brasil - Vídeo 5
E o vídeo 7 em: Reformando o Brasil - Vídeo 7

Valvim Dutra - Autor do Livro Renasce Brasil


Copyright - A republicação dos artigos deste site é permitida desde que citada a fonte com um link para a página original.

Nota: Este artigo é a expressão do pensamento e opinião pessoal do autor, resguardada e protegida pelo direito constitucional inviolável da liberdade de expressão no Brasil. O autor é o único responsável pelas ideias e opiniões expressas acima.

Link Patrocinado
Img protestantes
Links Patrocinados
Principais páginas deste Site
Importante: Os anúncios tipo links patrocinados são publicidades externas, automatizadas, e eventualmente podem não refletir os objetivos e ideais deste site.
☰ Menu