Bandeira Brasil Protestante
Reforma política com financiamento público e apenas 3 partidos
Última atualização em 18/03/2020

A catástrofe política brasileira é de conhecimento geral e todos sabem o quão corrupto se tornou o ambiente político e eleitoral. Por isso, estou propondo uma reforma completa nessa área.

A existência de dezenas de partidos políticos, onde cada um tenta puxar o Brasil em sua direção partidária, causa um somatório de forças, conflitantes, que estagna o país e impede que ele prossiga em qualquer direção.

Portanto, a primeira grande mudança que precisamos fazer é limitar o número de partidos políticos. O ideal é limitarmos em apenas três partidos utilizando denominações transparentes como, por exemplo: Partido Brasileiro de Esquerda, Partido Brasileiro de Direita e Partido Brasileiro de Centro.

Os atuais filiados a partidos já existentes se encaixariam dentro destes três novos partidos de acordo com suas convicções ideológicas. Note que estes três partidos abrangem toda a faixa ideológica que vai da extrema esquerda até extrema direita.
Com apenas três partidos políticos, teríamos três candidatos para cada eleição, seja de presidente, governador, prefeito, deputados, etc. Isto seria muito mais racional e representativo do que a balbúrdia que ocorre nos dias atuais. Além disso, três candidatos por vaga, sai muito mais barato que dezenas de candidatos por vaga, como ocorre atualmente.

A democracia dos Estados Unidos funciona satisfatoriamente com apenas dois partidos oficiais, Democrata e Republicano. Na época em que o Brasil só tinha dois partidos oficiais, ARENA e MDB, o país funcionava muito melhor que hoje e não havia corrupção. Portanto, não há porque esperarmos mais. Vamos colocar um fim nessa algazarra atual.
A outra questão igualmente negativa, vivenciada pela política brasileira, está relacionada à doações de campanha. Qualquer pessoa com inteligência mediana pode prever que, se uma empresa doa milhões de Reais pra determinado candidato, é obvio que ela está fazendo isso porque, após a eleição, ela espera receber benefícios iguais ou superiores aos valores doados.

O problema é que o candidato eleito não tem dinheiro de si mesmo para recompensar as empresas "doadoras". Logo, ele se vê obrigado a recompensar estas empresas utilizando o dinheiro público, que, depois de eleito, ele passa a ter acesso livre. Ou seja, o cidadão brasileiro, que paga impostos embutidos em tudo o que compra, é quem paga também todas as campanhas eleitorais mesmo sem saber.

Hoje, o cidadão tem plena consciência de que isso não é uma teoria conspiratória contra a democracia brasileira. As investigações da "Lava-jato" comprovaram essa prática e descobriram que as empresas doadoras exigem a devolução de 3 a 4 vezes os valores que doaram.

Portanto, se queremos consertar o nosso modelo eleitoral, temos que acabar com todas as doações de campanha.

Considerando, que é o dinheiro público, que está pagando todas as campanhas eleitorais de forma embutida e superfaturada, então é melhor retirarmos a intermediação das empresas doadoras e tornarmos esse processo transparente e enxuto.

Vamos proibir a entrada de dinheiro privado em campanhas eleitorais e bancar as campanhas exclusivamente com dinheiro público e de forma oficial. Esse dinheiro seria dividido igualmente entre os três candidatos de cada cargo. Desta forma, além de prevenirmos a corrupção empresarial, daríamos igualdade de oportunidade, aos três candidatos, eliminando interferências lobistas e desigualdades econômicas nas nossas eleições.

Com a oficialização do financiamento público nas campanhas eleitorais, ou seja, sem a intermediação de empreiteiras, o custo das campanhas seria significativamente reduzido. Além disso, as eleições brasileiras seriam economicamente justas e poriam fim ao ambiente de propinas e de corrupção que se instalou na política brasileira.

Se você concorda com essa proposta, vamos trabalhar juntos para implantá-la no Brasil.

Assista o vídeo 7 em: Reformando o Brasil - Vídeo 7

Valvim Dutra - Autor do Livro Renasce Brasil


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